Aqui e de novo.
Ah, mais uma dessas. Sem querer terminei a outra, onde começa essa daqui.
Salvador, de novo. Parecido com 2017.
Idas, vindas, vindas, idas. Por ora apenas ilação, vislumbres e divagação. Não sei de nada.
Só voltei para finalizar o que precisa ser finalizado. Aos trancos e barrancos, aos tropicões. Ato contínuo, passagem das tais vindas e idas. Antes do fim é preciso ter em mente que já se vai ter novo começo. Nada pode acabar sem que tenhamos o um norte. Se não é o receio da morte que dá sentido a vida o que pode fazer o frio na espinha descer? Nem tente, quase todo mundo tem medo de morrer, ou atração por ela que é um esgarçamento do sentimento por uma atração subjetiva para ver se reverter a morte alcançando-a. Eu sou da estatística dos que tem medo.
Não vem ao caso. O fato é que um stories com 3 segundos me fez pensar de novo. Um rosto familiar, anos de convívio, ao que parece suportando a distância. Que bom, fico feliz que as decisões a fizeram feliz. Enquanto isso eu aqui, tergiversante, tentando terminar o ciclo que já era pra ter acabado há uns anos. Vai dar certo? Conseguirei? Tô tentando, juro que tô tentando.

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