O fantástico Poder da Inércia
Ao redor da minha cama um poço de lava ardente uma alma que clama.
O meu lençol é o mais puro chumbo feito anos para durar elevados à grosa e não me deixa levantar desse mundo.
Nem quero sair desse aconchego com o conforto que a mim compete, com a inércia que recebo.
Sinto o sangue coalhar nas veias pelos movimentos que renego e nos pés do dormidor já colecionan teias.
Quem me dera ser crente para acreditar num só deus qualquer mesmo que Onipotente.
Será que ele me libertaria da larva dos grilhões (que aconchego) e da inércia me tiraria?
Até que o fim é Democracia meu EU interior pede o aconchego de outrora conhecido por Tirania
E o sono bom de dormir brada à mais um dia que raioufingo que escuto e volto a bramir.
O meu lençol é o mais puro chumbo feito anos para durar elevados à grosa e não me deixa levantar desse mundo.
Nem quero sair desse aconchego com o conforto que a mim compete, com a inércia que recebo.
Sinto o sangue coalhar nas veias pelos movimentos que renego e nos pés do dormidor já colecionan teias.
Quem me dera ser crente para acreditar num só deus qualquer mesmo que Onipotente.
Será que ele me libertaria da larva dos grilhões (que aconchego) e da inércia me tiraria?
Até que o fim é Democracia meu EU interior pede o aconchego de outrora conhecido por Tirania
E o sono bom de dormir brada à mais um dia que raioufingo que escuto e volto a bramir.

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